Nos últimos dias tenho tido um comportamento que parece um pouco estranho à minha pessoa.
Tenho feito uma transferência de responsabilidades, não sei se seria
bem essa palavra... Exemplo: Se deixo de ir a uma festa, coloco culpa na
“coleguinha” que não me ligou 300 vezes e nem veio me buscar
pessoalmente me carregando no colo. Se não vou pra casa, coloco a culpa
no apego dos meninos ao computador, então me faço de vítima, de
abandonada, de rejeitada e tudo mais, quem me conhece bem, sabe desse
meu lado melodramática de ser. Então... tenho pensado muito nisso.
Incrível não é? Logo eu que sempre tenho uma boa palavra pra dar, agora
me vejo um tanto “perdida”. Quero colo!!!! Não... isso não é anormal,
afinal, não diz o velho ditado: Casa de ferreiro, espeto de pau? Pois é.
Tenho tentado aplicar à minha vida as coisas que escrevo, os conselhos
que dou, mas vejo que é bem mais fácil dar “palpite” quando o problema
não é nosso. É mais fácil olhar a coisa de uma perspectiva mais crítica.
Olhar o “furacão” do lado de fora sempre é mais seguro e sempre a nossa
primeira opção. Tenho me sentido um pouco confortável demais. Tenho me
sentido meio apática e desligada de coisas que antes eu achava serem
cruciais para a minha sobrevivência. Não tenho pensado nos meus projetos
sociais. Não tenho pensado nos meus projetos pessoais. Acho que todo
mundo tem essa fase de “estagnação”. Deve ser o cansaço. Cansaço físico.
Cansaço mental. Cansaço emocional, que considero o pior. Às vezes acho
que isso é bom... sabe aquela historinha do passarinho que caiu no coco
da vaca e é aconselhado a ficar lá quietinho, quentinho, sem se mexer?
Pois é...estou me sentindo assim. Acho que estou preferindo ficar
imóvel, estática, aproveitando o calorzinho das fétidas fezes a me
estressar e correr o risco de ser devorada por algum predador que me
espreita. Às vezes olho ao redor e vejo tantas pessoas “estranhas” que
me entristeço só de pensar. Pessoas egoístas, egocêntricas, maldosas e
venenosas... isso me deixa estafada. Às vezes sou mesmo imatura para
lidar com sentimentos tão pérfidos. Daí fico assim... como estou hoje:
Me sentindo acuada e na eminência de a qualquer momento ser atacada e
devorada por esses seres detestáveis. Talvez não devesse colocar a culpa
nelas pela minha tristeza. Viu? Já estou transferindo a culpa da minha
tristeza para as “pobres pessoas” horrendas.*rindo muito aqui* Aliás...
Ninguém tem culpa por eu estar triste, ou será que alguém tem? Será que
você tem? Mas como já disse outras vezes: A tristeza é necessária e
sempre que me sinto assim, eu agradeço, porque sei que da tristeza virá
alguma grande reflexão e até uma grande idéia, mas enquanto elas não
vêm... deixa eu ficar "paradinha" na minha zona de conforto. Beijos. Particularmente particular...e o que é particular? Na verdade, sempre somos "públicos". Venha... Entre sem cerimônia. Aqui poderemos falar sobre o que você quiser e até, quem sabe, nos tornarmos amigos (as). Aviso: Sem envolvimento emocional ou financeiro! *risos* Bem vindo(a) ao meu pequeno grande mundo. Lu de Oliveira *Migrado do Feia, Pobre e Burra
segunda-feira, 20 de março de 2017
Zona de Conforto
Nos últimos dias tenho tido um comportamento que parece um pouco estranho à minha pessoa.
Tenho feito uma transferência de responsabilidades, não sei se seria
bem essa palavra... Exemplo: Se deixo de ir a uma festa, coloco culpa na
“coleguinha” que não me ligou 300 vezes e nem veio me buscar
pessoalmente me carregando no colo. Se não vou pra casa, coloco a culpa
no apego dos meninos ao computador, então me faço de vítima, de
abandonada, de rejeitada e tudo mais, quem me conhece bem, sabe desse
meu lado melodramática de ser. Então... tenho pensado muito nisso.
Incrível não é? Logo eu que sempre tenho uma boa palavra pra dar, agora
me vejo um tanto “perdida”. Quero colo!!!! Não... isso não é anormal,
afinal, não diz o velho ditado: Casa de ferreiro, espeto de pau? Pois é.
Tenho tentado aplicar à minha vida as coisas que escrevo, os conselhos
que dou, mas vejo que é bem mais fácil dar “palpite” quando o problema
não é nosso. É mais fácil olhar a coisa de uma perspectiva mais crítica.
Olhar o “furacão” do lado de fora sempre é mais seguro e sempre a nossa
primeira opção. Tenho me sentido um pouco confortável demais. Tenho me
sentido meio apática e desligada de coisas que antes eu achava serem
cruciais para a minha sobrevivência. Não tenho pensado nos meus projetos
sociais. Não tenho pensado nos meus projetos pessoais. Acho que todo
mundo tem essa fase de “estagnação”. Deve ser o cansaço. Cansaço físico.
Cansaço mental. Cansaço emocional, que considero o pior. Às vezes acho
que isso é bom... sabe aquela historinha do passarinho que caiu no coco
da vaca e é aconselhado a ficar lá quietinho, quentinho, sem se mexer?
Pois é...estou me sentindo assim. Acho que estou preferindo ficar
imóvel, estática, aproveitando o calorzinho das fétidas fezes a me
estressar e correr o risco de ser devorada por algum predador que me
espreita. Às vezes olho ao redor e vejo tantas pessoas “estranhas” que
me entristeço só de pensar. Pessoas egoístas, egocêntricas, maldosas e
venenosas... isso me deixa estafada. Às vezes sou mesmo imatura para
lidar com sentimentos tão pérfidos. Daí fico assim... como estou hoje:
Me sentindo acuada e na eminência de a qualquer momento ser atacada e
devorada por esses seres detestáveis. Talvez não devesse colocar a culpa
nelas pela minha tristeza. Viu? Já estou transferindo a culpa da minha
tristeza para as “pobres pessoas” horrendas.*rindo muito aqui* Aliás...
Ninguém tem culpa por eu estar triste, ou será que alguém tem? Será que
você tem? Mas como já disse outras vezes: A tristeza é necessária e
sempre que me sinto assim, eu agradeço, porque sei que da tristeza virá
alguma grande reflexão e até uma grande idéia, mas enquanto elas não
vêm... deixa eu ficar "paradinha" na minha zona de conforto. Beijos.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Que bom que você veio!