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segunda-feira, 20 de março de 2017

A Paixão Mortal de Maria Alice

Maria Alice estava um dia sem nada para fazer. Sua vida estava tranqüila e sem preocupações. Maria Alice trabalhava, estudava, ria, brincava. Tinha amigos. Tinha família. Tinha um urso de pelúcia e uma bicicleta. Maria Alice saía. Maria Alice ia à praia.

Um dia, ela pensou: Ah... que vida monótona, “perfeitinha”, “chatinha”!

Quero emoção.

Quero chorar.

Quero sentir meu coração “quase” sair do peito.

Quero sentir que estou viva.

E Maria Alice teve uma grande ideia:
Ah! Já sei: Vou me apaixonar!

E assim ela o fez! Apaixonou-se perdidamente.

Viveu a paixão intensamente. Uma estranha paixão.

Mas a moça apaixonou-se sozinha.

O moço a esnobou. Zombou do seu querer.

E nunca mais ela teve paz.

Perdeu o viço.

Perdeu a cor.

Conheceu a dor.

Mesmo viva Maria Alice morreu. Feliz.

Reviveu e aprendeu: Paixões: Nunca Mais!

 

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