Hoje a minha amiga Rúbia almoçou comigo. Ótima companhia. Sempre. Preparei um cardápio simples: Filé de gurijuba ao molho branco com bananas e queijo, arroz branco, aspargos e salada verde. Tinha até sobremesa e a postagem é justamente sobre isso. Certa vez ao preparar um creme para fazer um pavê, algo deu errado e o creme simplesmente “talhou”. Pensei: vou cozinhar um pouco mais pra ver se a coisa recupera, mas nada... Começou errado e continuou errado, mas como o cheiro estava bom, deixei cozinhar pra ver o que acontecia. E aconteceu! Ficou um doce delicioso. Pedacinhos de doce de leite, com sabor e aparência de queijo e com uma calda levemente encorpada. Analisando o episódio da sobremesa, lembrei que não é a primeira vez que faço algo errado que dá certo. Já cometi outros erros que acabaram se convertendo em benção para mim. Uma vez, num ato de rebeldia e insubordinação, desobedeci a um superior e acabei demitida, eu admito que errei... mas esse erro me proporcionou correr atrás de uma oportunidade melhor. Já cometi erros também que não me trouxeram nada de bom, ou melhor... trouxeram sim: experiência, afinal, com eles aprendi a ter mais prudência, mais cautela. Se nem todos os meus erros me deram um delicioso doce, pelo menos a maioria deles me mostrou que errar é humano, que é errando que se aprende e que é impossível viver apenas de acertos. Não me arrependo dos meus erros e nem me culpo. Juro! Não tenho peso na consciência por nenhum deles. Por quê? Porque “cresci” com eles e porque não posso voltar atrás. Meus erros me ensinaram que o fator principal não é deixar cometê-los e sim, não repetí-los. Agora se for um erro “bom” como o meu doce... Esse até eu quero ter o prazer de repetir muitas vezes. Beijos da Feia.
Particularmente particular...e o que é particular? Na verdade, sempre somos "públicos". Venha... Entre sem cerimônia. Aqui poderemos falar sobre o que você quiser e até, quem sabe, nos tornarmos amigos (as). Aviso: Sem envolvimento emocional ou financeiro! *risos* Bem vindo(a) ao meu pequeno grande mundo. Lu de Oliveira *Migrado do Feia, Pobre e Burra
quarta-feira, 22 de março de 2017
Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim.
Ontem durante a viagem para o Laranjal eu conversava com uma pessoa, um colega de ao trabalho, e falávamos sobre relacionamentos. Comentávamos sobre pessoas que não gostam da gente, afirmei com segurança que tem algumas pessoas que não gostam de mim. Novidade...rsrsrs... ainda bem que “certas” pessoas que não gostam de mim deixam isso transparecer. Fico mais a vontade assim. Juro. Por muito tempo eu tentei agradar gente que eu sabia que não ia com a minha cara. Quanto tempo perdido! Pessoas que eu tinha certeza absoluta que na minha frente me “toleravam” e na minhas costas, só Deus sabe. Não tento mais agradar ninguém... Quer gostar de mim goste... não quer? Dane-se. Morda seu rabo!! De hoje em diante vou modificar o meu modo de vida. Estou decidida. Essa é uma atitude madura, pensada e repensada. Já escrevi em várias postagens sobre isso, mas talvez não com tanta ênfase. Cansei. Já disse antes e repito: não preciso ficar implorando amizade, amor, carinho e sei lá mais o que de ninguém e por nada. Não quero favores, não quero dinheiro, não quero afagos. Não quero que me adulem. Não quero absolutamente nada. E não adianta sentir "peninha" de mim. Não cola. Não rola. Estou feliz assim. Nem sei quantas vezes já me senti feliz e aliviada por estar acompanhada apenas de mim mesma! Vou parando por aqui... Quero ser curta. Grossa. Verdadeira. Não vai ser fácil eu bem sei, mas a vida é assim... Eu falo por mim!!! Você deve estar pensando que conhece essas frases, né? E conhece mesmo! São trechos da composição de Rossini Pinto que ficou imortalizada na voz de Roberto Carlos. Antigaaaaaaaaaaaa... que nem eu...*RDR. E pra terminar, ou melhor, e pra não chorar, eu só vou gostar de quem gosta de mim. Beijos da Feia que hoje está ou estava com a “macaca”. Já passou... mas não retiro uma vírgula do que foi postado.
*Rolando de Rir
Batendo em Retirada!
Já li vários livros e assisti a inúmeros filmes de guerra e em muitos deles, chega uma hora em que é necessário que o comandante reconheça que alguma coisa pode dar errado e soltar o grito: Recuar! Na vida também é assim, como sou a generala das minhas batalhas, às vezes também levanto a cabeça, "tufo" o peito e grito que estou "batendo em retirada". Na verdade, essas retiradas são estratégicas e extremamente necessárias. Quando abandono uma luta, isso não quer dizer que estou desistindo da guerra, isso significa apenas que estou "tomando um fôlego". Preciso desse tempo para pensar, analisar e traçar métodos para, quem sabe, vencer categoricamente a peleja. Não raro quando sofremos uma “pequena” derrota, nos deprimimos e achamos que tudo está perdido, facilitando assim a ruína definitiva. Eu já fiz isso! Agora, depois de tantos revezes, aprendi que devo evitar os embates imediatos, me finjo de “morta” bem “mortinha” e depois volto com força total. Como uma fênix. Estou passando por esse momento, na verdade, me retirei do campo de batalha porque estou sem saber como “derrotar” o “inimigo”. Tenho consciência que não se trata de medo ou covardia, nesse momento batizaria minha atitude de bom senso, até porque ainda não sei que armas usar e muito menos quais técnicas empregar. Não estou parada, estou esquadrinhando minuciosamente todos os passos do meu oponente hipotético e prevendo uma volta triunfal e retumbante. Quero deixar bem claro que isso se trata apenas de uma contrafação, já que a minha lida é uma situação emocional e não física. Fiquem tranquilos que não vou atacar e nem espancar ninguém. *Rindo muito aqui*
Viva o Pe Na Bunda
Às vezes levamos um grandessíssimo de um pé na bunda e a princípio ficamos arrasados. Aí... inevitavelmente vem a depressão, tristeza e baixo astral. Não estou falando só em questões amorosas... o “pé na bunda” pode ser uma demissão inesperada ou uma amiga ou amigo que sem nenhum motivo te coloca para "escanteio". Quando levamos o “fora”, nossa primeira reação é se perguntar o porque daquela situação... São tantas perguntas do tipo: Fiz algo errado? Deixei de fazer o que deveria ter feito? Pisei na bola? Porque eu??? E geralmente, por mais que saibamos a resposta, não conseguimos encaixá-la no contexto e sequer conseguimos avaliar a situação. Então... aí vão algumas perguntas que você pode usar quando isso acontecer: Será que não foi melhor assim? Será que não estava na hora de mudar tudo na minha vida? Será que esse episódio não me trará coisas mais vantajosas? Claro que essas perguntas não te farão sofrer menos, mas poderão te mostrar que existe uma luz no fim do túnel e que, o "pé na bunda pode", na verdade, te impulsionar para frente. Quem sabe não é esse estímulo que falta para que você procure um novo emprego? Ou... um grupo de amigos mais interessante, coeso, sincero e leal? Ou... vai que o "pé na bunda" que você levou do seu namorado ou namorada, não é o que faltava para que você saísse em busca de um grande e verdadeiro amor? Pois é... analise tudo isso e pense que, o universo pode estar conspirando ao seu favor e o que parece muito ruim para você agora, futuramente pode ser comemorado com grande alegria e ser visto por você como o combustível que abasteceu um foguete para te levar às alturas. Juro que isso de "pé na bunda" já aconteceu comigo e hoje, de camarote, posso dizer que, na maioria das vezes, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida. Sendo assim... Viva o "pé na bunda!" Beijos da Feia que estava com saudade!
Fora Alicinhas!!
Nada (ou tudo) contra pessoas invejosas, afinal, cada pessoa é aquilo que é... Infelizmente, tem algumas pessoas que não se contentam em ser apenas "invejosinhas", daquele tipo que se rói de vontade de ser igual a Angelina Jolie, essas pessoas más, gostam mesmo de prejudicar os outros. Tarde dessas eu estava assistindo a novela O Clone, não que eu siga a novela, até porque o horário não é “auspicioso” e além do mais, foi uma novela que não gostei. Não apreciei o tema, a ambientação e principalmente, a maneira fantasiosa como o pobre povo marroquino foi retratado. Aquelas pessoas dançando por qualquer motivo e a qualquer hora, no maior clima de "pastelão", simplesmente me irritava. Mas entrei no assunto da novela para falar de uma personagem diabólica que figura por lá, a Alicinha, interpretada pela Cristiane Oliveira. A mulher é a maior figura! Traiçoeira, maledicente, venenosa e acima de tudo: Invejosa. A cobiça dela não tem limites, tudo que ela vê, ela quer e pior... não mede esforços para obter o que não é seu. Conseguir o bem ou posição alheia para ela é um troféu. Nota-se que assim que ela atinge o alvo, ela abandona o bem tão desejado, simples... é como se a a “coisa” tivesse perdido o encanto. Nem sempre o invejado é alvo por ter dinheiro, às vezes a cobiça é por amigos, status, cargo e beleza. Já fui, inúmeras vezes, alvo das invejosas de plantão, claro que não pela minha beleza e nem pelos meus olhos incrivelmente azuis... * muitos risos*, mas simplesmente pela minha alegria de viver. Isso mesmo. Tem gente que não pode ver ninguém feliz, de bem com a vida que quer logo acabar com a “festa”. E olha que eu nem tenho culpa de ser assim... "simpatiquinha". Sei que existem pessoas assim ao meu redor, seres que ficam à espreita de um erro ou de um deslize de quem quer que seja para lhe causar prejuízo, isso também é inveja. Estava lendo o Diário Eletrônico e em uma audiência criminal, o Juiz pergunta à testemunha se alguém poderia ter “armado” para a acusada, ao que ela responde: __ Não sei se armaram pra ela, mas na nossa rua ela tem muitos inimigos porque a casa dela é a maior e mais bonita, e por isso os vizinhos acham ela “metida”. Vejam só... os vizinhos a consideram uma “inimiga” porque a situação financeira dela é melhor que os demais... isso é inveja pura! Às vezes o invejoso vem disfarçado em pele de cordeiro, finge ser seu “amiguinho”, seu “camarada” para “colher” informações e poder te derrubar com mais facilidade. Tenho ficado muito “esperta” com as pessoas que me rodeiam e sempre que noto algo “sinistro” nesse sentido, pulo fora. Não vou dar chance para o azar. Já postei várias vezes sobre a inveja, mas agora vou mandar logo o recado: Quero bem longe de mim todas as “Alicinhas” que existirem no meu universo! Estão ouvindo??? Ou melhor... estão lendo?? Então... Sai de perto de mim com sua inveja, seu “olho gordo” e com sua ambição desmedida. Vade Retro! O que é meu o boi não lambe! Beijos da Feia para todos... menos para as invejosas, claro!!
terça-feira, 21 de março de 2017
Tem varinha mágica para "desaparecer" com pessoas e com os problemas que elas causam?
Postado em: 1 de julho de 2011 às 17:54
Estou
um pouco, melhor dizendo, muito triste. Problemas... problemas e
problemas. Não me abato e nem deixo que as pessoas percebam que estou
tão “atolada” com minhas preocupações. Não é que eu queira camuflar ou
“falsificar” emoções, mas também penso que, ninguém tem culpa das
escolhas erradas e das coisas que eu deveria ter feito e não fiz. Todos
nós somos unicamente responsáveis por nossos atos e o sofrimento das
conseqüências deles, só cabe a nós. Não posso ficar chorando pelos
cantos, lamentando, murmurando ou descontando nos outros meus
infortúnios. Sou feliz, mesmo com as amarguras da vida. Sou alegre e
gosto de dividir minhas alegrias, e às vezes, compartilho minhas
tristezas com alguns, não com aquela dramaticidade que me é peculiar,
mas com naturalidade, até porque encaro os desafios da vida com
simplicidade. Vejo as dificuldades como obstáculos que somos obrigados a
transpor e pronto. Ainda tenho muita dificuldade para aceitar a
ingratidão e o desprezo, mas, como todo ser humano, sei que nos
acostumamos com tudo, até com o que é muito ruim. Creio que estou
pagando algumas coisinhas também, afinal, não sou e nunca fui santa.
Acredito piamente na “tal” roda do retorno. Tudo bem que às vezes, acho
que a “tal” rodinha exagera nas voltinhas, mas tudo bem... *risos*.
Entendo ainda que, tem certas pessoas que nos ferem e nos machucam e que
ainda assim temos que aceitar e digamos... “engolir”. Por quê?
Simplesmente porque não temos como nos livrarmos delas. Não podemos
expulsá-las do nosso convívio. Não existe uma varinha e nem palavrinhas
mágicas que as façam desaparecer e tampouco os problemas que elas
causam. Então... isso quer dizer que “somos obrigados” a suportá-las.
Parece difícil, não é? E é. Mas não é impossível. Quando a “criatura”
for da sua família, tipo: filho, irmão, pai, mãe e afins, sugiro que
você lembre-se do amor. É ele que irá nortear o seu proceder. É esse
amor que irá te aconselhar e te dar força para aceitar a pessoa como ela
é, entender suas razões e mesmo que não consiga entender, aceitar que
essa pessoa precisa de muito mais além da sua reprovação e críticas. Se
“sumir” com pessoas fosse fácil, o mundo estaria cheio de
“desaparecidos” e de “suspeitos”. Seríamos um exército de “goleiros
Bruno” e pelo que temos acompanhado da história, teríamos mais problemas
do que soluções. Fiquem bem. Beijosssssssssssssss da Feia!
Um Mal em Mim.
Postado em 27 de junho de 2011 às 21:23
Tenho
notado que em determinadas situações tenho tido um comportamento
diferente do que o habitual. Tenho me sentido, ou melhor, me notado por
muitas vezes mesquinha e egoísta. Sei que vou espantar alguns com esta
afirmação, mas quando decidi escrever sobre comportamento,
principalmente sobre o meu, optei pela sinceridade e pela análise
profunda dos sentimentos e ações. Não quero me isentar de culpa, mas
acho que tenho me deixado contaminar por pessoas que agem assim.
Infelizmente, nós, seres humanos, estamos suscetíveis a contágios
diversos, seja por bactérias, vírus, germes, bacilos e até
por sentimentos bons ou perniciosos como a inveja, ganância,
mesquinharia e outras “enfermidades” da alma que afligem os “simples
mortais”. Sei que eu disse outras vezes que vigiaria para que isso não
acontecesse, mas, considerando que sou uma simples mortal, não posso me
culpar se a "perfeição" não me acompanha nas 24 horas do dia.
Infelizmente a ciência ainda não conseguiu produzir vacina para as
infestação desse tipo, mas podemos nos prevenir ou remediar, que é o que
estou fazendo agora. Como percebi esse “mal” em mim, estou tentando
consertar o que fiz de errado enquanto cometida pelo ataque da
mesquinharia e prometendo a mim mesma, não me deixar contagiar novamente
por sentimentos tão pequenos e desprezíveis. Dureza mesmo é quando
temos essas atitudes e não as reconhecemos em nós, reparamos no vizinho,
no colega, no amigo e na família, mas não admitimos a possibilidade de
estarmos incorrendo no mesmo erro. Creio que a “cura” começa exatamente
no reconhecimento da “doença” e na aceitação do tratamento, que na sua
fórmula, entre outros “componentes”,encontra-se o mais importante: Uma
grande e generosa dose de amor. Devemos ficar atentos para o seguinte
detalhe do contágio de sentimentos: Assim como nos contagiamos com o
mal, podemos ser contaminados pelo bem. Já vi pessoas serem "infestadas"
pela generosidade, altruísmo, amabilidade e por um desejo incontrolável
de ser útil, muitas delas descobrindo, inclusive, o voluntariado como
uma nova forma de viver feliz. Beijos e desejo que, se você tiver na
rota de contaminação, que seja única e exclusivamente pelos vírus do
bem.
Morte: Mais Democrática Impossível!!
Postado em: 20 de junho de 2011 às 18:17
Um
dia desses, (gosto de deixar a data aberta, assim tenho uma sensação de
eternidade) recebi uma mensagem de texto por telefone que dizia apenas:
O Théo foi embora. Se tivesse recebido esse Sms de qualquer outra
pessoa, talvez pensasse: Foi para onde? Porque? Mas como já sabia do que
se tratava, sabia perfeitamente o que a mensagem queria dizer. Meus
amigos de Paranaguá estão passando por uma dura provação de percas
importantes. O Jhony, irmão da minha amiga Lis “partiu” há uns 2 anos,
semana passada foi seu outro irmão, o Zéco e agora foi seu sobrinho de
apenas 13 anos o Théo, que vem a ser filho do Jhony. Falei com ela e
confesso que as palavras me faltaram. O que dizer nessas horas? O que
oferecer além da amizade? Como confortar uma pessoa que perde três
pessoas tão queridas em tão pouco tempo? Fiquei horas pensando sobre o
assunto. Pensei muito na inexorável força da morte e do quanto somos
impotentes diante dela. Mas pensando bem, acho que ela não é tão má,
sendo certamente a coisa mais democrática do mundo, tanto que não olha
cor, idade, sexo e principalmente poder aquisitivo. Ainda bem... já
pensou se a morte fosse decidida por algum ser humano? Certamente que
teríamos alguns privilegiados que viveriam quase para sempre, só
partindo mesmo quando não lhe sobrasse mais nenhum centavo para “gastar”
pela vida e em contrapartida outros que, nem bem abririam os olhos e já
estariam na cidade “dos pés juntos”. Para a fatídica e muitas
vezes bondosa morte, não existe o bom e o mal, fenecem os
extremamente generosos e os maleficamente maus. Imagine você que me lê,
se ao invés da escolha seletiva da senhora morte, quem deliberasse sobre
qual pessoa iria “bater as botas” ou não, fosse um simples mortal, e
supomos que, por infelicidade do destino esse “selecionador” já tivesse
sido assaltado umas 3 ou 4 vezes... ou... pior... se fosse o próprio
assaltante ou uma pessoa odiosa e repugnante. Pense nas hipóteses e
tente adivinhar que caos seria. Sei que Deus na sua infinita sabedoria e
justiça não permitiria que isso acontecesse, mas por vezes nos fazemos a
seguinte pergunta: Porque o Théo foi embora se ele só tinha 13 anos,
era bom, amável e generoso? Porque há tantos criminosos e bandidos com
conseguem uma vida longeva, uns chegando até mais de 90 anos?
Infelizmente não tenho a resposta e pra dizer a verdade, nem sei quem a
tem com completa razão. O que sei é que o Théo foi embora, assim como a
minha amada amiga Jê, o Jhony, minha eterna cunhada e “irmãzinha”
Regina, o Zéco, meu avô, minha tia Clara e tantas outras pessoas que eu
queria tão bem. Claury, Lis, Ariane e toda família Jesus, não fiquem
tristes, vamos imaginar que o Jhony, Zéco e o Théo agora estão juntos,
conversando, brincando, fazendo música e que tiveram um feliz encontro
com todos aqueles da família Jesus que já os aguardavam com ansiedade.
Pensemos também que, logo, espero que não tão logo assim, estaremos por
lá, fazendo aquela grande reunião festiva que fazíamos nos tempos do
“Pão e Vinho”, lembram?? Pois é... bola pra frente que atrás vem gente e
já veio... a netinha do Tinco, os filhotinhos da Bel e da Ise e tantos
outros que estão na “linha de produção”, esperando o momento certo de
chegar e alegrar os nossos dias. Não sintamos "raiva" da morte, é o seu
ofício, a sua missão e olha que muitas vezes, ela é mais desejada do que
a própria vida... mas isso é um papo para outra postagem. Beijos e
celebremos com alegria então, a alta rotatividade da vida!
Receba a cura. Não Tenha Medo de Ser Feliz!
Postado em 8 de junho de 2011 às 18:24
Voltemos
ao assunto da última postagem... Como eu ia dizendo, existem algumas
pessoas que acham que o ato de ficarem curadas afastará as pessoas.
Afastará mesmo! Natural. As pessoas se afastam de quem este sempre
"doente", deprimido, chato e entediado e depois, quando acham que você
está bem, se afastam também. Mas você queria o
quê? Queria que as pessoas ficassem 24 horas ao seu dispor? Te
paparicassem o tempo todo? Assim que as pessoas percebem que você está
melhor, cada um vai cuidar de si, afinal, a vida continua. Talvez seja
por isso que tem gente que se recusar a tratar-se... a ficar bem. Sabe
que quando estiverem bem, terão que enfrentar a realidade do dia a dia.
Isso aconteceu comigo. Eu sabia que a partir do momento que eu estivesse
“curada” ou sentindo-me melhor, teria que voltar ao mudo real. Sabia
que teria que enfrentar problemas e principalmente, voltar a conviver
com as pessoas, você quer coisa mais difícil que isso? Não sei dizer
quantas vezes chorei por me sentir magoada por "A" ou "B". Algumas vezes
até ouvi comentários maldosos referentes ao meu estado de saúde, mas
ignorei. No início, assim que voltei ao mundo dos “vivos”, eu ainda
estava um pouco fragilizada pelos meses que ficara doente, mas as
pessoas não se importam com isso. Ninguém leva em conta os sofrimentos
pelos quais você passou, ninguém se coloca no seu lugar e pior...
ninguém quer ter que “aturar” uma pessoa que ainda está em recuperação.
Os colegas querem saber que você está ali e se “está ali” é porque está
bem. Quando eu estava em tratamento, sempre dizia que as piores doenças
são aquelas que os outros não podem ver. Se você está com o braço
quebrado, ou com uma conjuntivite, todo mundo vê, mas e aquelas doenças
que ficam imperceptíveis aos olhos humanos? Temos que ponderar ainda que
as pessoas sentem preconceito
com os portadores de doenças ditas “emocionais”. Basta você dizer que
irá consultar um psiquiatra para que as pessoas arregalem os olhos e
fiquem com a expressão de medo visível no rosto. Acho que muitas pessoas
ainda pensam que só os ditos “loucos”, esquizofrênicos e
psicopatas precisem de tratamento. Eu sobrevivi a tudo isso. Enfrentei a
doença física e emocional, superei as dificuldades da volta e até hoje
mantenho batalhas diárias contra o baixo astral e eventualmente contra
as “dorzinhas” que tentam se aproximar de mim. Posso falar com
conhecimento de causa que é difícil lutar contra as depressões, os
estresses, as ansiedades e tantos outros males que podem nos afligir,
mas de camarote também posso afirmar que se você realmente quiser você
pode recusar-se a aceitar que esses males se apossem de vocêpara sempre.
Lute. Reaja. Receba a cura. Não tenha medo de ser feliz. Não se
conforme com o papel de "coitadinha" ou "pobrezinho". Tome as rédeas da
sua vida... do seu destino. Eu fiz isso. De vez em quando você poderá
ter uma ou outra recaída, mas creia, além de normal, será muito pequena
se a sua vontade de ser feliz for maior. Desejo que você que está
passando por isso encontre o seu caminho de cura e de felicidade. Super,
hiper, mega beijo.
...Estar “Vivo” Requer Coragem. Requer Uma Série de Sacrifícios.
Postado em 7 de junho de 2011 às 18:30
Não
é segredo para ninguém que estive muito doente e por um longo tempo.
Até hoje não entendi muito bem o que aconteceu comigo, acho que nem os
médicos que me acompanharam poderiam explicar com exatidão o que houve.
De repente, como num passe de mágica às avessas, tudo começou a dar
errado para mim. Os sintomas físicos apareciam e olha que não eram
poucos. As vezes se via uma coisa ou outra nos exames, mas na maioria
das vezes, era como se eu não tivesse nada. Na verdade, tive uma
sucessão de males, o que culminou com um estado doentio grave. Era como
um efeito dominó: uma coisa trazia outra. Foram meses e meses de
tratamentos com ortopedista, reumatologista, fisioterapeuta, psiquiatra,
psicólogo e sabe Deus mais o que! Não tenho idéia de quanto gastei com
medicamentos. Resumindo em rápidas pinceladas: Foi uma barra para mim e
para minha família. Comecei o processo de recuperação com o passo mais
importante: a vontade de ficar curada. Eu sabia que todo o mal era
oriundo do estado emocional abalado, afinal, eu havia acabado de sair de
uma grave crise que acabou abalando todas as estruturas em todos os
aspectos da minha vida. Além do corpo doentio eu tinha uma alma
fragilizada que juntos, me causaram depressão, angústia, ansiedade e
muitas outras coisas, que eu nem sabia o nome. Eu estava “chata” e
insuportável e confesso que muitas vezes, nem eu mesma me suportava. Não
passava um dia sequer sem que eu sentisse muita dor. As dores se
resumiam em fracas e fortes, mas eram constantes e eu acho que só não
doía meu cabelo. Com o tempo, comecei a perceber que as pessoas estavam
se afastando de mim e que não tinham mais a mesma paciência. Hoje juro
que entendo que é muito difícil conviver com uma pessoa que fala em
doença o tempo todo, que reclama incessantemente e que tem uma carência
exacerbada 24 horas por dia. Pois eu estava assim! Só sabia falar sobre
mim e sobre o que eu sentia. Um dia me toquei... comecei a analisar a
situação e tomar consciência que, ou eu revertia a situação ou eu iria
acabar completamente e "rabujentamente" só. Creio que no auge dos meus
tormentos eu não queria me tratar, talvez o papel de “coitadinha” me
caísse “bem”. Coisas de uma mente doente. Quando vi o fundo do fundo do
poço, resolvi colocar um ponto final em tudo. Aceitei iniciar o
tratamento e dar uma guinada na minha vida. Eu sabia que ficar curada me
traria responsabilidades, me colocaria novamente no mundo dos “vivos” e
estar “vivo” requer coragem. Requer uma série de
sacrifícios. Libertar-se para mim queria dizer: voltar a ter
independência! Eu sei que algumas pessoas que passam pelo que eu passei
não querem essa "cura". Muitas preferem passar o resto das suas vidas
deprimidas, emergidas em um mundo de lamentações e murmurações. Não é
fácil sair do “buraco” sozinha! Fui ajudada por pessoas que me amam e
que ficaram ao meu lado e graças ao carinho e apoio delas eu pude “dar a
volta por cima”. Faço absoluta questão de continuar com esse papo na
próxima postagem... Tenho certeza que existem muitas pessoas enfrentando
a “barra” que eu enfrentei e que talvez estejam na dúvida entre a cura
e o comodismo. Beijos da Feia, hoje, feliz.
Não Sou Supositório Diet
Postado em 28 de maio de 2011 às 13:31
Há uns dois anos fui apresentada por uma amiga a uma “moça”. A pessoa em questão, é amiga da minha amiga. No mesmo dia em que a conheci, tive a nítida impressão de que ela não fora muito com a minha cara. Passados alguns dias, cheguei a comentar com minha amiga da minha desconfiança, ao que ela me tranqüilizou dizendo: Não esquenta, ela é assim mesmo. Depois de dois anos ou um pouco mais, ainda continuo com a mesma sensação, e ontem, como tínhamos sido convidadas para um mesmo evento, tornei a tecer comentários sobre o assunto, minha amiga pacientemente me disse: Lú, é o jeito dela, ela precisa conhecer a pessoa, com o tempo ela vai ser sua amiga também, e como ela nunca falou nada, acredito que ela goste de você, tenha paciência que um dia ela “te aceita”. O que??? Imediatamente comecei a falar um monte de impropérios à pobre da minha amiga, que ris sem parar, aliás... rimos muito juntas. Você que acompanha o Feia, raciocine comigo: Você acha que eu tenho tempo para esperar alguém gostar de mim? Nem quando eu era solteira eu gostava dos rapazes “difíceis”. Tentava a primeira vez, talvez uma segunda, se eu visse que o cara era “complicadinho” eu pulava fora. Não tenho vocação para aturar pessoas que ficam fazendo “ânus glicosado”, popularmente conhecido como: “cu doce” e é por isso que digo que não sou supositório diet. Gosto de pessoas doces, simpáticas, expansivas e pelo amor de Deus, “fáceis”. Tenho tanta coisa para fazer que acho uma profunda perca de tempo ficar me preocupando em como conquistar a amizade de alguém. Sou sincera, sou objetiva e quem não gostar imediata ou quase imediatamente da minha pessoa, sinto muito! Não vou me desgastar tentando mostrar e ainda por cima provar que sou uma pessoa “bacaninha” e que posso ser uma amiga leal e confiável. Não gasto meu tempo com pessoas esnobes e demasiadamente “seletivas”, não quero esquentar minha feia cabecinha com uma pessoa que vive o tempo todo fazendo “cara de alguém peidou aqui”. Tenho dito. Se você quer ser meu amigo ou amiga, por favor, seja maleável e não seja tão criterioso e exigente, pelo menos comigo. Dê uma primeira olhada e se você achar que eu mereço, me dê seu melhor sorriso, me dê um pouco de carinho e atenção que eu prometo solenemente retribuir na mesma media e se não for exatamente na mesma quantidade, pode ter certeza de que você sairá sempre ganhando. Beijos da Feia e excelente final de semana para todos.
SOBRE A FELICIDADE E DESTRUIÇÃO DOS NOSSOS JOVENS
Postado em 24 de maio de 2011 às 06:12
Muitas
vezes me pego envolvida em discussões polêmicas a respeito dessa "tal"
felicidade. Dia desses minha amiga falou: Temos que viver mesmo!
Aproveitar cada momento intensamente pois pode ser o único, ela ainda
comentou sobre um jovem conhecido seu que teria morrido cedo sem
"aproveitar" a vida. Fiquei pensando no assunto e cheguei a algumas
conclusões que gostaria de compartilhar com os leitores do Feia. Será
que se esse jovem tivesse levado a sua vida "alucinadamente" teria
vivido muito mais tempo do que viveu? Estamos passando por um momento
muito difícil para o Brasil, as drogas estão acabando com nossos jovens.
Se não bastasse o Crack e os outros tantos entorpecentes lícitos e
ilícitos, agora temos que enfrentar o Oxi, uma droga muito mais
destruidora do que qualquer outra. Hoje os pais não podem corrigir seus
filhos, pois prontamente eles respondem que querem "viver suas vidas" e
que esse direito os assiste, e debaixo da “santa” proteção das leis e
dos tantos recursos que ela possui, se mostram “adultos” e auto
suficientes para tal. Hoje as varas da infância, conselhos tutelares e
Ongs protegem nossos jovens dos pais, mas não conseguem protegê-los
deles mesmos. Nunca antes na história do Brasil, essa frase não é minha,
tivemos um número tão grande de adolescentes infratores, isso para não
dizer ladrões, assassinos e por aí vai. Jovens que roubam, estupram,
matam e desafiam todos os limites da sociedade nos deixando perplexos,
atônitos, desprotegidos e com medo. Sempre me pergunto: Para onde foi a
inocência? Para onde foi a pureza e a doçura dos nossos infantes? O que
fizemos com nosso futuro? Gosto muito de ouvir a Voz do Brasil, e noite
dessas, o Ministro da Saúde dizia que já estamos passando por uma
epidemia de consumo de drogas e pior que isso, ele sinalizava que não
estamos preparados para tratarmos dos nossos pequenos “doentinhos”. Já
havia percebido isso. Sei que é complicado e difícil assistir matérias
como a exibida ontem, 22/05, pelo Fantástico sobre a cracolândia e
sentir amor por aqueles “zumbis”. Aposto que a maioria das pessoas tem
até receio de passar por perto, tamanha a agressividade e insanidade em
que se encontram aquelas pobres criaturas. Será que em determinado
momento conseguiremos ter sobre eles um olhar de compaixão? Quando será
que o poder público vai despertar, levantar do “berço esplêndido” e
perceber a tragédia anunciada que se aproxima? Aqui paro e volto ao
começo... e se esses jovens tivessem tido uma outra visão da vida? E se
eles tivesses imaginado que “viver a vida” era mais que curtir “todas”?
Pois é... espero estar conseguindo “privar” meus filhos dessa “tal
felicidade”, dessa vida desregrada e sem limites. Também quero que meus
filhos sejam felizes e vivam a vida, mas quero que eles vivam muito e
que a felicidade seja plena e duradoura. Que Deus salve a nossa nação e
tenha misericórdia dos nossos jovens. Amém.
Mulher Feia Tem Que Ser Mega Competente. Será?
Postado em 15 de maio de 2011 - 08:57
Olha como ele é fofo! Um "lindo", né?
Calma!!!
Essa frase não é minha... é do Ed Motta. Confesso que a princípio
pensei que a frase estaria correta, mas depois, repensei e olhei para
mim: Sou feia e nem sou tão competente assim. Será que o fato de eu não
ser super, hiper, ultra e mega competente me deixa em desvantagem
perante as bonitonas? Na mesma ocasião, ele critica Paula Toller,
dizendo que ela é linda, burra e sem talento. Oras meu caro Ed, não vou
ficar chateada com você, até porque acompanho sua carreira e sei que
você é assim mesmo: polêmico, controverso e lastimavelmente FEIO. Vocês
que me acompanham devem concordar comigo, o Ed Motta pelado deve ser uma
coisa pavorosa... “Deusmelivre” até de ver uma coisa dessas!! O Ed é
incrivelmente inteligente e canta hiper bem, mas isso não o deixa nem um
pouco parecido com o Rodrigo Santoro, por exemplo, que é culto,
talentoso e ainda por cima LINDO de viver! Mas não é disso que quero
falar... quero dizer que me sinto muito bem sendo feia e digo mais: não
preciso ser uma SUPER MULHER para ser aceita por quem quer que seja.
Quem gosta de mim, ou de outra mulher feia qualquer, vê em nós mais que
um “corpinho feio”, temos alma generosa, somos simpáticas, engraçadas e
conseguimos mostrar que nem só de beleza vive o homem. Porque as pessoas
acham que as desprovidas de beleza precisam estar sempre se superando
em tudo? Não é bem assim... não precisamos ser dotadas de super
neurônios e nem ser maratonistas” sexuais para sermos amadas... e vamos
combinar: ser linda não confere certificado de “boa de cama” a ninguém.
Ainda bem que a natureza é democrática, distribuiu “borogodó”” sem olhar
para a aparência. Já pensou se isso tivesse ficado a cargo do Sr. Ed
Motta? Eu estaria “lascada”... eu mais milhares de mulheres. Agora... me
pergunto: O que leva uma pessoa a ter esse tipo de pensamento? Será que
pessoas assim sabem ver as mulheres com quem convivem com um olhar que
não seja avaliador? Gosto de homens inteligentes porém sensíveis.
Aprecio o ser humano que consegue ver além do que os olhos conseguem
enxergar, pessoas que sabem que a beleza é importante, mas que não é
essencial. Dizem que hoje não existe mais mulher feia, existe mulher
pobre... Estive pensando e sinceramente, não sei se de repente eu
ganhasse muito... mas muito dinheiro, se teria coragem de me transformar
toda, passar por inúmeros procedimentos cirúrgicos para ser uma mulher
linda... Claro que se fizesse isso, teria que mudar o nome do blog e
essa idéia não me agrada nem um pouquinho... ou agrada? Imagine: "www.lindaricaeburra.blogspot.com "*rindo
muito aqui* Enquanto não chego a um consenso sobre isso, fecho com um
recadinho para quem pensa como o Ed Motta e para o próprio : Ou você
compra um espelho,que tem que ser bem grande, diga-se de passagem, ou
começa a mostrar seu outro lado. Sinto muito ter que te informar que
além de muito FEIO por fora, você aparenta ser HORRÍVEL por dentro.
Beijos da Feia para todos, até pra você Ed.
O FIM DO MUNDO
Postado em 13 de maio de 2011 - 21:08
Na
noite de terça para quarta-feira, (10/05), eu tive um pesadelo
horrível: Sonhei que o mundo estava acabando. Estavam prevendo um grande
maremoto, tsunami ou coisa assim e ele realmente aconteceu. Foi
chocante, eu tentava me salvar de todas as formas e ficava o tempo todo
me perguntando se iria conseguir ou não. Aliás, tenho tido esse tipo de
sonho constantemente. Alguns dias antes do tsunami que varreu o Japão,
eu tinha sonhado com uma grande catástrofe natural. Como acontece
sempre, acordo assustada e tentando desvendar o motivo do sonho. Fico
imaginando qual o significado e se tem alguma relação com algo que
esteja acontecendo na minha vida. Eu creio em revelações e sei que Deus
fala conosco através dos sonhos, mas sei também que várias coisas
interferem na nossa ligação com Ele e mais, que nem sempre o sonho pode
ser “sinal” de alguma coisa. Não quero me apegar com crendices e
interpretações populares e ficar neurótica com isso. Tenho visto muitas
notícias horríveis nos jornais e sei que nosso estado emocional
influencia diretamente na qualidade do nosso descanso, agora imagine eu
que sou do tipo hiperativa e que vivo com um “tsunami” dentro do
peito... penso e quero fazer muitas coisas ao mesmo tempo e o pior é que
quero fazer muito bem todas elas. Claro que isso deve criar um nó na
minha cabeça e sem que eu saiba, meu cérebro deve comentar com o
restante do corpo que me acha “meio” doida! Como ele não tem como me
“falar” isso...fica me mandando recadinhos e mensagens através dos
sonhos. Vejam bem... não sei se isso é científico... estou apenas
conjeturando os fatos. Então...continuando... na quarta-feira, choveu
muito a tarde e eu não fui caminhar, aproveitei para lavar roupas e
quando eu estava bem “faceira” no meu momento de "Emengarda", eis que o
rádio anuncia que o mundo vai acabar dia 21 de maio. Eu gelei. Desliguei
a torneira, parei tudo e fiquei atenta à notícia. O locutor dizia que
uma seita dos EUA previa o final dos tempo, confira na matéria. Achei
uma incrível coincidência e no dia seguinte passei a notícia sinistra
para meus colegas e fazia alguns questionamentos, do tipo: Será que
teremos aumento antes do dia 21? Se o pagamento sair, devo pagar as
contas? Estarei entre os que vão para o céu? O líder da tal seita afirma
que só 170 milhões de pessoas irão subir. Será que terei tempo de pedir
perdão ou perdoar meus desafetos? Será que conseguirei dizer a tempo
para as pessoas o quanto eu as amo? Pois é... pelo sim pelo não...vou
começar por onde eu acho mais fácil: Dizer o quanto você é importante
para mim e o quanto eu me sinto gratificada por ter a sua amizade. Ah...
se o mundo não acabar dia 21 e se a gente ainda não se conhece, que tal
pensar no assunto? Super beijo da Feia.
|
|
Pimenta nos olhos dos outros... vc já sabe, né?
Postado em: 1º de maio de 2011 - 16:49
Um
dia desses, uma conhecida comentava comigo que seu marido estava tendo
um caso com uma moça bem mais jovem e que isso a estava fazendo sofrer
muito. Na verdade, ela me confidenciou que não é a primeira vez e que o
“dito cujo” sempre faz dessas. Ela disse que ele não faz questão de
esconder os casos e que sempre que ela “descobre” ele faz drama: pede
perdão; Jura que a ama; Que nunca mais fará isso; Que com as outras é só
sexo; Que a mulher da vida dele é ela e por aí vai... Ela na verdade
sabe que a cena sempre vai se repetir, a história é a mesma, a diferença
está só na mulher que será a “outra”. Falei várias coisas para ela,
disse que ela ganha bem e não precisa passar por isso, que se venderem
os bens que juntos adquiriram, ela ainda ficará com uma boa quantia que
será suficiente para que ela não passe nenhum tipo de aperto e ainda
more muito bem. Depois pensei muito em tudo que estava acontecendo e
lembrei-me das muitas dificuldades que ela narrara que já passara junto a
esse homem, que hoje é muito bem sucedido, está em uma fase muita boa o
que garante a ela uma vida repleta de regalias. Consegui colocar-me no
lugar dela e fiquei me questionando: Será que eu largaria o “osso”?
Conversei com ela essa semana em outro tom, falei que sinceramente eu
não saberia se largaria o osso que hoje está tão “cheinho” de carne
depois de ter roído osso tão “sequinho” por tanto tempo. Onde eu quero
chegar com toda essa balela: Quero dizer que é muito fácil criticarmos e
darmos conselhos quando o problema não é conosco. É fácil condenar os
adúlteros, as moças que praticam o aborto, as prostitutas e até mesmo as
mães que jogam os bebês no lixo e tantas outras pessoas que praticam
atos reprováveis pela nossa sociedade. Será que estamos parando para
analisar os motivos que levam as pessoas a aceitarem essa ou aquela
situação? Será que estamos pensando que alguns atos podem ser por doença
ou desespero? Deus me proporcionou a benção de ser amiga de uma das
melhores pessoas que conheci e certa vez ela me confidenciou que fora
“seduzida” quando tinha 13 anos e engravidou de um cafajeste, a mãe dela
ficou muito abalada e preocupada com seu futuro e não encontrou outra
saída a não ser “obrigá-la” a cometer um aborto. Nunca julguei minha
querida amiga, que hoje já é falecida, fiquei sempre imaginando como
deve ter sido difícil para ela, uma criança... e que mesmo sendo uma
criança na época, nunca havia esquecido e de certa forma culpava-se pelo
acontecido. Então... é extremamente criticarmos e quem sabe até nos
colocarmos na situação da pessoa, difícil mesmo é SER a pessoa,
complicado é estar passando por horrores e ficar sem “ação”, sem saída,
encurralada. Minha mãe, que sempre tem um ditado dos os momentos, diz:
“pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Prometo que vou tentar não
dar meus conselhos sem analisar cada situação. Quero olhar os fatos sem
as hipocrisias que a sociedade conseguiu implantar em mim e mais que
isso, olhar para a pessoa com compaixão para não julgá-la. Beijos da
Feia e ótima semana para todos nós.
|
|
Exercício da Compaixão. Experimente!
Postado em :19 de abril de 2011 - 17:42
Estava
dentro do avião, trecho Curitiba/Macapá e eram 20h34min, do dia 18/04
quando comecei a analisar e refletir sobre uma cena que havia
presenciado no aeroporto Tom Jobim: Um rapaz tratou muito mal e humilhou
um atendente de um daqueles cafés que funcionam nas salas de embarque.
Era minha vez de ser atendida e ao olhar o rosto triste do jovem, tentei
animá-lo dizendo: “Não esquenta. Sinta pena... ele não merece mais que
isso. Imagine que o fato de você não ter revidado te faz muito melhor do
ele.” Ele sorriu e agradeceu. Após pensar... e pensar sobre o ocorrido,
consegui entender ou "nomear" algo
que há muito estava sentindo. Eu sabia que o que eu sentia tinha nome,
só não havia encontrado uma palavra que o definisse. Um dia, expus o que
pensava sobre o assunto para uma amiga, expliquei que quando alguém
fazia algo que me desagradava, antes de eu ter acessos de fúria e
revidar, eu analisava o perfil da pessoa e os motivos para que ela
agisse assim. Hoje é diferente, faço-me algumas perguntas do tipo:
Quanto essa pessoa ganha? Quais os problemas que ela enfrenta no seu
cotidiano? Será que ela está com muitos problemas e por isso está tão
estressada? Muitas vezes cheguei mesmo a comparar a minha vida com a da
pessoa na intenção de, talvez, justificar os seus atos. Inúmeras vezes
consegui me conter e olhar para a pessoa com certa misericórdia, tendo
inclusive contornado a situação de maneira satisfatória, recobrando
minha estabilidade emocional. Hoje finalmente entendo que o que sinto
chama-se COMPAIXÃO. Isso mesmo,
o sentimento de compaixão pode nos ajudar a olhar com carinho para os
seres “toscos” e às vezes “brutos” que eventualmente aparecem no nosso
caminho, dando-nos, inclusive, a oportunidade de lançar para essas
pessoas um olhar de piedade e ao mesmo tempo de agradecimento por eles
nos possibilitarem um crescimento, um amadurecimento e um entendimento
melhor de tudo que ocorre ao nosso redor. Ainda estou aprendendo,
“treinando” e sei que não é fácil, mas acredito que a compaixão possa
ser exercitada e posteriormente virar um hábito salutar. Se colocarmos
isso como uma atitude extremamente necessária para vivermos melhor,
iremos conseguir com mais facilidade. Que tal começar o exercício da
compaixão hoje mesmo? Pense nisso. Beijos da Feia.
Curitiba Já Foi Melhor.
Postado em: 13 de abril de 2011 - 17:40
Cheguei
em Curitiba na segunda-feira, dia 11/04, a noite. Curitiba continua
linda, porém, com problemas tão grandes quanto as suas belezas. Já no
taxi, o motorista teceu comentários sobre a violência, disse que fora
assaltado mais de 4 vezes e que estava assustado com o crescimento dos
ataques aos colegas de profissão. Deus graças à Deus por estar quase se
aposentando e poder deixar de ser taxista, o que ele considera hoje uma
profissão de alto risco. Saí na terça para
aquele passeio tradicional na Rua XV e claro, visitas às lojas. Não vi
nada de aterrador no centro, para mim, aparentemente tudo estava normal.
Aqueles tipos “estranhos” de
tribos “estranhas” de sempre, os vendedores de bilhete de loteria
gritando a plenos pulmões como de costume, as lojas com promoções
irresistíveis e pra variar... “abarrotadas” de mulheres “histéricas” e
afoitas por consumir ótimos produtos com preços melhores ainda, e eu inclusa
no meio delas. Na terça-feira de manhã, ainda em casa, eu estava
assistindo o jornal local e fiquei estarrecida com duas notícias: A
primeira falava de uma família, cujo filho de apenas 17 anos, morrera em
Curitiba, e ao receber o corpo constatara que, recebera o corpo errado.
Isso mesmo! O IML havia trocado os corpos numa total falta de respeito.
No mesmo noticiário, o repórter mostrava uma mulher de 34 anos que
passou mal em um ponto de ônibus, os transeuntes acionaram o SAMU,
várias pessoas ligaram inclusive uma viatura da PM, mas o SAMU só
atendeu ao chamado 40 minutos depois, quando já não se podia fazer mais
nada e a mulher veio a óbito. Após a chegada do SAMU e constatado o
falecimento da jovem senhora, o IML foi chamado para recolher o cadáver e
só atendeu a ocorrência após 04 horas... Pasmem! Por quatro longas
horas o corpo da mulher ficou no ponto do ônibus jogado no chão. De novo
a incompetência do IML. Aliás, o IML já estampou as capas de jornais,
pois acumulava dezenas de corpos empilhados, em um único freezer, e o
pior... em péssimo estado de conservação. É... parece que a coisa vai
mal mesmo por aqui. Sem contar que o governador, ao invés de se
preocupar com esse tipo de problema, perde tempo exonerando o chefe
regional do Instituto Ambiental do Paraná, que no passado fizera um
filme erótico. Quanto falso moralismo. Quanta hipocrisia. Se o rapaz é
competente e capacitado para o cargo que desempenha, ele falou em
entrevista na TV que é formado em gestão ambiental, qual o mal em ser
ator e ter feito um filme de gosto duvidoso? O senador Roberto Requião,
criticou a indicação de Valter Pagliosa, indicado para o cargo. Nossa
senador... que falta do que fazer, heim? Será que o senhor ainda não
percebeu que está no meio de algo muito mais “pecaminoso”? Será que seu
ambiente de trabalho é mais digno que o set de gravação de um filme
pornô? Pior que o governado Richa, demitiu o ex-ator... engraçado...
Roubar, ser desonesto e ter ficha mais do que suja pode, desde que a
roubalheira não agrida a moral e os bons costumes nem afronte a “sagrada
família”. Curitiba está uma bagunça... Se os políticos estivessem
cuidando dos seus afazeres, não teriam nem tempo de se prestarem a papel
tão ridículo. Fiquei decepcionada com o que encontrei em Curitiba dessa
vez. Confira abaixo as notícias na íntegra. Beijos da Feia.
Corpos trocados em Curitiba
Corpos acumulados em freezer
Comissão dos Direitos Humanos confere situação do IML de Curitiba
Beto Richa, governador do PR demite ator de filme erótico
Corpos trocados em Curitiba
Corpos acumulados em freezer
Comissão dos Direitos Humanos confere situação do IML de Curitiba
Beto Richa, governador do PR demite ator de filme erótico
Essa Tem Dedo Podre!!!
Postado em 04 de abril de 2011 - 15:17
Ontem, (domingo, 3/4/ 2011), eu conversava com a Zeneida, pessoa que
conheci através de uma amiga em comum. Papo vai... papo vem... e ela me
contava que veio para nossa cidade para “espairecer”. Falou que seu
relacionamento está passando por uma crise e narrou as suas 03 histórias
de amor, ou melhor, de desamor. Seu primeiro casamento foi um fracasso,
seu segundo relacionamento uma "tragédia" e o terceiro, caminha para o
abismo.
Quando conheceu Clóvis, Zeneida estava saindo do segundo relacionamento. Quando visitava seu irmão que estava no presídio estadual, apaixonara-se perdidamente por um rapaz bem mais jovem, e o relacionamento durara 4 anos. Ao separar-se após uma terrível desilusão, Zeneida viu em Clóvis uma “tábua de salvação”. Clóvis também é mais novo e igualmente era presidiário. Zeneida amparou e ajudou os companheiros como pode, tendo sido, inclusive, a principal responsável pela saída dos dois da prisão. Três relacionamentos com homens complicados e problemáticos. Parece que tem mulher que procura "sarna pra se coçar". A famosa "dedo podre".
Quando conheceu Clóvis, Zeneida estava saindo do segundo relacionamento. Quando visitava seu irmão que estava no presídio estadual, apaixonara-se perdidamente por um rapaz bem mais jovem, e o relacionamento durara 4 anos. Ao separar-se após uma terrível desilusão, Zeneida viu em Clóvis uma “tábua de salvação”. Clóvis também é mais novo e igualmente era presidiário. Zeneida amparou e ajudou os companheiros como pode, tendo sido, inclusive, a principal responsável pela saída dos dois da prisão. Três relacionamentos com homens complicados e problemáticos. Parece que tem mulher que procura "sarna pra se coçar". A famosa "dedo podre".
Clóvis e Zeneida se casaram há mais ou menos um ano e o relacionamento
já dura 10 anos. Ela tem sofrido desde que ele está em liberdade, pois
como ficou mais de uma década enclausurado, quer recuperar no tempo
perdido, se envolvendo com muitas mulheres, num desrespeito acintoso à
esposa.
Sei que você deve estar se perguntando: Como é a Zeneida? Ela é bonita,
inteligente, simpática, falante, culta (tem 2 faculdades) e
independente, tendo um salário muito bom, diga-se de passagem. Aí outras
perguntas surgem? O que leva uma mulher com tantas qualidades a
procurar relacionamentos tão confusos e "descompensatórios"? O que a
impulsiona a procurar homens em situação de extrema necessidade, os
“adotar” e contentar-se com um retorno tão ínfimo? Será que ela tem
buscado um relacionamento parecido com o que tem com os filhos? Aquela
relação de ser a provedora? Será que quer ser a protetora dos parceiros
ou gosta mesmo de sofrer? Passei a tarde me fazendo essas e tantas
outras perguntas e não consegui chegar a nenhuma resposta plausível para
o comportamento tão, digamos “destrutivo” da Zeneida, que ao meu ver,
não se ama. Se ela não se ama, como pode querer o amor de outras
pessoas?
Na minha opinião, essa mulher poderia estar bem feliz sozinha, antes
só... Vejo Zeneida como mais um daqueles casos clássicos de falta de
amor próprio. Pessoas que se sujeitam a dar muito e receber pouco, ou
quase nada. Fiquei penalizada com a situação da moça e a aconselhei a
procurar um apoio terapêutico. Tenho certeza que um bom profissional irá
ajudá-la a se conhecer melhor, entender e lidar com suas emoções e
principalmente, aumentar sua auto estima e quem sabe assim, só assim,
Zeneida consiga olhar para dentro de si e ver a mulher maravilhosa que
é. Espero que um dia ela consiga enxergar que pode ser a melhor
companhia para ela própria.
Beijos da Lu e não esqueçam de deixar seus comentários.
* Zeneida e Clóvis são nomes fictícios usados para preservar a verdadeira identidade dos envolvidos.
Estrada... Que Estrada?
Postado em 28 de março de 2011 - 13:10
Eu sei que muita gente
está reclamando sobre as condições da estrada e eu só serei mais uma...
Talvez isso nem seja original, mas se eu não reclamasse não seria eu,
não é? Gente... a estrada que liga Laranjal do Jari está uma lástima. Em
dois trechos inclusive, quando chove fica intrafegável. Os ônibus
precisam voltar da Ladeira do Arapiranga porque simplesmente não
conseguem subir. Quando eu estava indo para Macapá na sexta-feira, pude
ver duas placas gigantescas com valores mais gigantescos ainda que
informam sobre a conservação e manutenção da estrada, fico pensando... e
se pegassem todo o dinheiro que é empregado nessas "manutenções" todo
ano, será que essa estrada já não estaria asfaltada? Deixa eu dar um
exemplo para que vocês tenham uma idéia do problema: O ônibus que saiu
de Macapá ontem às 21h, chegou em Laranjal hoje às 13 horas. São apenas
289 quilômetros. Parece piada, né? Pois é, enquanto no Japão o governo
construi em 6 dias uma estrada destruída pelo terremoto, nós do sul do
Amapá esperamos há infinitas décadas pelo asfaltamento da nossa BR.
Vocês não conseguem imaginar o quanto nosso povo sofre. Imagine um
enfermo que precise ser deslocado para a capital com a estrada nesse
estado. Nosso custo de vida vai lá em cima. Parece que os políticos não
conseguem visualizar o prejuízo do próprio estado com a estrada na
condiçõe que se encontra. Ou será que eu que sou muito ingênua? Claro
que é mais vantajoso gastar com a manutenção do que fazer algo mais
definitivo. Gostaria muito de ver esses políticos andando de ônibus pela
nossa BR. Queria ver se depois que enfrentassem todo tipo de sorte na
estrada, dentro de ônibus em péssimas condições e sujeitos a um perigo
extremo se teriam ainda coragem de vir pedir voto aqui. Acho que o Vale
do Jari deveria fazer uma abstinência maciça nas próximas eleições. Que
tal se a comunidade fizesse um boicote e não elegesse ninguém? É... o
candidato vem aqui, pede voto... promete... e depois que leva, esquece
de tudo que falou ou prometeu. Deve ser amnésia. Fica meu protesto e
minha indignação com nossos governantes que não fazem nada para asfaltar
nossa estrada. Não queremos mais embromação, maquiagem, "remendinho"
aqui e acolá... Queremos o pretinho. Queremos chegar mais rápido a
qualquer lugar. Queremos que nossa mercadoria chegue a um custo mais
razoável. Queremos que o desenvolvimento venha a galope para o nosso
Laranjal do Jari. Queremos que nossa região tenha mais opção de cursos,
de laboratórios, e principalmente de médicos. Hoje contamos apenas com
um consultório particular e a especialidade é ginecologia e obstetrícia e
mais nada. É lamentável que o terceiro maior município do estado em
arrecadação e número de eleitores passe por esse suplício! Fomos
abandonados, ou melhor... somos abandonado. Sempre! Acorda Jari. Acorda
população. Acho que precisamos fazer barulho para acordarmos esses
políticos que dormem em berço esplêndido. Temos que mostrar que
existimos. Que estamos vivos. Se alguém tiver alguma grande ideia e for
fazer algum movimento... vou parafrasear aquela música do Sidney Magal:
E.. eô..eô...Me chama que vou! Beijos da Feia indignada.
Nao Quero Que Ninguém Me Ame!
Postado em: 20 de março de 2011 - 16:43
Não
quero que ninguém me ame. Quero ser respeitada. Não quero amores
forçados. Pode ser até amor comprado, mas “falsificado” não. Se o amor
for comprado, sei que estou comprando, sei pelo tipo de sentimento que
estou pagando e sei muito bem de quem vem. Se o sentimento é forçado,
não tem valor. Não quero pessoas “puxando meu saco” e dizendo que gostam
de mim, que sou “legal” e “divertida”. Eu sei o que sou. Não preciso de
pessoas medíocres, mesquinhas e pequenas me rotulando. Cuidado! Posso
não ser tão boazinha assim. Já falei mais de “trocentas” vezes que sou
rancorosa e tenho uma dificuldade de perdoar que me mata! Só que sou
sincera, não escondo meus “defeitos”. Tenho uma lealdade japonesa
para com meus "inimigos". Odeio e ODEIO mesmo quando alguém, que eu sei
que apenas me “tolera” vem de risinhos falsos para o meu lado ou pior,
com elogios desnecessários e totalmente "mal colocados" no
contexto. Vade Retro. Tirando a minha família, tenho um amigo chamado
DINHEIRO, ele não é muito "grande", digamos assim, mas me proporciona
muitas alegrias. Infelizmente tenho que ser fria nesse sentido. Jamais
vou pedir um favor a alguém conhecidamente falso para comigo se eu puder
pagar a um estranho para fazê-lo. Gostaria muito que todas as pessoas
que eu conheço pudessem ler essa crônica, acho que isso evitaria que
muitas pessoas fizessem papéis tão lastimáveis. Elas agiriam com um
mínimo de dignidade, apenas cumprimentando com um educado e cordial BOM
DIA àqueles por quem não têm simpatia ou apreço. Vamos deixar a
hipocrisia de lado. Desculpem-me queridos leitores do Feia... mas não
suporto falsidade. Infelizmente ou felizmente sou assim e não quero
mudar. Beijos e excelente semana para todos nós!






















